Na passada quarta-feira, a Comissão Europeia propôs como uma das medidas preventivas da estabilidade da zona euro que os países em risco de atingirem um défice superior a 3% do PIB sejam sancionados com a suspensão e, em casos extremos, com o cancelamento definitivo dos fundos comunitários de apoio à agricultura, à pesca e às regiões desfavorecidas.
Se Portugal, para prejuízo do seu desenvolvimento, tem estado a subaproveitar boa parte desses financiamentos, poderá vir a correr o risco de nem sequer lhe ser concedida a oportunidade de chegar a recorrer aos mesmos.
Com os sectores da agricultura e da pesca já minguantes e com uma economia desvigorada, o cenário não é animador (também) para Portugal. E se tivermos ainda em conta que a competitividade do país se joga cada vez mais também num contexto europeu, o que tem sido uma ajuda europeia poderá transformar-se, a aplicar-se essa medida, num sério bloqueio para nós.
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