Nunca se propalou, com jactância desmesurada, tanto número, tanta percentagem, tanta quantificação como nos últimos anos da nossa governação, independentemente dos equívocos, deliberados ou não, a eles inerentes. Os números tornaram-se inamovíveis dos discursos, dos debates, das comunicações ao País, como uma espécie de "entes queridos" por quem tudo se justifica e/ou se pretende justificável. Mas, tal como na quinta orwelliana uns animais eram mais iguais do que outros, também se constata, nestes tempos conturbados, que há números mais "ditosos" do que outros, ou não fosse clarividente o desprezo (não será mesmo a discriminação?) votado a mais de 90 mil (reescrevo, a mais de 90 mil) peticionários do referendo ao casamento homossexual e, segundo o noticiado, a mais de 5 mil manifestantes (é, aliás, curioso que não se tenha chegado a confirmar a contabilização certa ou, pelo menos, a mais aproximada), que, em defesa da família e do casamento, percorreram a baixa lisboeta no passado sábado, como aqui postámos. Estes números falam por si, mas, mais do que números, convém não esquecer que representam pessoas, milhares e milhares de cidadãos a defenderem valores estruturais e estruturantes da civilização humana, valores que, segundo parece, são ou passaram a ser (ir)risórios para uns tantos, a quem o que mais (co)move são os números tout court. Perdão, uns números.
Em contrapartida, será sempre alentador ver e sentir que, pela família e pelo casamento, uma multidão de portugueses não cessará de entoar um "We are Family!" com tamanha convicção, vivacidade e ternura como o dia 20 de Fevereiro deixou patente.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Ainda a manifestação
No passado Sábado tive o privilégio de caminhar ao lado de milhares de pessoas pela família e pelo casamento. Uma manifestação repleta de alegria e convicção, que correu de forma totalmente ordeira.
No post “Uma notícia chamada manifestação” da minha Querida Amiga Inês Rebelo, foram expressas de modo muito claro as opiniões que também partilho sobre as peças jornalísticas que a manifestação mereceu. Aliás, ouvir pseudo-comentadores (porque agora parece que os comentadores nascem de debaixo de cada pedra – ou talvez de cada interesse…) que não estiveram na manifestação, falar em organização desordeira para mim ultrapassa em muito os limites do aceitável…
Mas falando do que é realmente importante, a manifestação foi um autêntico sucesso! Importa ter em atenção que cada pessoa que se deslocou à baixa lisboeta o fez pagando do seu bolso, pois não houve autocarros ou outros meios de transporte gratuitos. É a convicção que nos move e é motor de uma força que dá corpo à sociedade!
Quando a política está cada vez mais afastada dos cidadãos e os políticos aparecem, nos estudos de opinião, como das categorias em quem a população em geral menos confia, não é de aproveitar cada oportunidade para fomentar a proximidade? Depois do chumbo da realização de referendo que apenas pode ser justificado pelo medo de ouvir a população, não se compadece com um Estado democrático que os milhares de pessoas que se transformaram num colorido e alegre mar de gente que inundou a baixa lisboeta no dia 20 de Fevereiro sejam ignorados!
Porque pela família e pelo casamento, estaremos sempre presentes!
No post “Uma notícia chamada manifestação” da minha Querida Amiga Inês Rebelo, foram expressas de modo muito claro as opiniões que também partilho sobre as peças jornalísticas que a manifestação mereceu. Aliás, ouvir pseudo-comentadores (porque agora parece que os comentadores nascem de debaixo de cada pedra – ou talvez de cada interesse…) que não estiveram na manifestação, falar em organização desordeira para mim ultrapassa em muito os limites do aceitável…
Mas falando do que é realmente importante, a manifestação foi um autêntico sucesso! Importa ter em atenção que cada pessoa que se deslocou à baixa lisboeta o fez pagando do seu bolso, pois não houve autocarros ou outros meios de transporte gratuitos. É a convicção que nos move e é motor de uma força que dá corpo à sociedade!
Quando a política está cada vez mais afastada dos cidadãos e os políticos aparecem, nos estudos de opinião, como das categorias em quem a população em geral menos confia, não é de aproveitar cada oportunidade para fomentar a proximidade? Depois do chumbo da realização de referendo que apenas pode ser justificado pelo medo de ouvir a população, não se compadece com um Estado democrático que os milhares de pessoas que se transformaram num colorido e alegre mar de gente que inundou a baixa lisboeta no dia 20 de Fevereiro sejam ignorados!
Porque pela família e pelo casamento, estaremos sempre presentes!
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domingo, 21 de fevereiro de 2010
Uma notícia chamada Manifestação
Qualquer falante minimamente competente do português reconhece que contar algo que aconteceu é bem distinto do que contar algo que parece ter acontecido ou que poderia ter acontecido ou, ainda, que gostaríamos que tivesse acontecido. Não compreender, seja por ignorância cognitivo-linguística, seja por pura tendenciosidade e mesmo distorção interpretativas, que estas nuances sintácticas envolvem uma grande diferença semântica é tratar de modo igual aquilo que é e deve ser tratado de modo diferente. Se em relação a "algo que aconteceu" nos situamos no plano da realidade, relativamente a "algo que parece ter acontecido/que poderia ter acontecido/que gostaríamos que tivesse acontecido" encontramo-nos já no reino [(des)encantado] da ficção ou, se preferirmos, da realidade ficcionada.
Ora, reportar a Manifestação que ontem bloqueou, de forma entusiástica, o centro de Lisboa é, em jeito de síntese, informar, relatar, referir, mencionar os factos objectivos e verdadeiramente relevantes da Manifestação, aqueles que devem ter (deviam ter tido) a centralidade noticiosa, visto que eles são, afinal, a verdadeira notícia.
Como as imagens já aqui postadas provam, em ângulos amplos que nos permitem ter a real percepção do acontecimento, vários milhares de portugueses de Norte a Sul do país, entre avós, pais, filhos..., cidadãos livres, encheram o Marquês, toda a Avenida da Liberdade e os Restauradores ontem à tarde, sensivelmente desde as 15h até às 18h, para exigirem um referendo ao casamento homossexual. Homens e mulheres de todas as idades, assim como jovens e crianças exigiram ser ouvidos numa questão tão fracturante como esta, que rompe com o fundamento seminal de toda a civilização humana: a Família. Alguém se conseguiu aperceber, nas nossas televisões, da real imensidão de gente que se manifestou?
Personalidades como o General Garcia Leandro, Dr. José Ribeiro e Castro, Dr. Fernando Ribeiro e Castro, Dr. José Paulo Carvalho, Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, Arq. Gonçalo Ribeiro Telles, Drª Maria José Nogueira Pinto e D. Duarte Pio marcaram presença nesta Manifestação e (algumas) discursaram em nome do verdadeiro sentido da Família. Alguém, por algum momento, os (ou)viu nos nossos telejornais, quer nos canais generalistas, quer nos da cabo?
Pode haver quem não goste da realidade dos factos e, por isso, não os queira aceitar, mas não tem o direito de os escamotear, deturpar e recompor a seu bel-prazer. Conhecer e pôr em prática os valores da transparência e da honestidade é sempre um exercício de cidadania a que nenhum democrata digno desse nome se pode escusar.
A Manifestação no Marquês-Avenida da Liberdade-Restauradores de ontem vs. a Manifestação no Marquês-Avenida da Liberdade-Restauradores (tele)noticiada: a todos os que se manifestaram ontem sugiro que descubram as diferenças. Ou... talvez não seja necessário, pois elas foram e são por demais evidentes.
Ora, reportar a Manifestação que ontem bloqueou, de forma entusiástica, o centro de Lisboa é, em jeito de síntese, informar, relatar, referir, mencionar os factos objectivos e verdadeiramente relevantes da Manifestação, aqueles que devem ter (deviam ter tido) a centralidade noticiosa, visto que eles são, afinal, a verdadeira notícia.
Como as imagens já aqui postadas provam, em ângulos amplos que nos permitem ter a real percepção do acontecimento, vários milhares de portugueses de Norte a Sul do país, entre avós, pais, filhos..., cidadãos livres, encheram o Marquês, toda a Avenida da Liberdade e os Restauradores ontem à tarde, sensivelmente desde as 15h até às 18h, para exigirem um referendo ao casamento homossexual. Homens e mulheres de todas as idades, assim como jovens e crianças exigiram ser ouvidos numa questão tão fracturante como esta, que rompe com o fundamento seminal de toda a civilização humana: a Família. Alguém se conseguiu aperceber, nas nossas televisões, da real imensidão de gente que se manifestou?
Personalidades como o General Garcia Leandro, Dr. José Ribeiro e Castro, Dr. Fernando Ribeiro e Castro, Dr. José Paulo Carvalho, Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, Arq. Gonçalo Ribeiro Telles, Drª Maria José Nogueira Pinto e D. Duarte Pio marcaram presença nesta Manifestação e (algumas) discursaram em nome do verdadeiro sentido da Família. Alguém, por algum momento, os (ou)viu nos nossos telejornais, quer nos canais generalistas, quer nos da cabo?
Pode haver quem não goste da realidade dos factos e, por isso, não os queira aceitar, mas não tem o direito de os escamotear, deturpar e recompor a seu bel-prazer. Conhecer e pôr em prática os valores da transparência e da honestidade é sempre um exercício de cidadania a que nenhum democrata digno desse nome se pode escusar.
A Manifestação no Marquês-Avenida da Liberdade-Restauradores de ontem vs. a Manifestação no Marquês-Avenida da Liberdade-Restauradores (tele)noticiada: a todos os que se manifestaram ontem sugiro que descubram as diferenças. Ou... talvez não seja necessário, pois elas foram e são por demais evidentes.
Pela família e pelo casamento!
Com um especial agradecimento ao autor, por nos deixar dar a conhecer no nosso humilde blog, este magnífico vídeo do ambiente da manifestação pela família e pelo casamento!
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Milhares "em defesa da família" - Portugal - DN


por RITA CARVALHO
Plataforma Cidadania e Casamento exigiu um referendo à lei e consequências políticas da manifestação.
"O poder não pode alterar a sociedade por decreto." A frase da porta-voz da Plataforma Cidadania e Casamento arranca uma salva de palmas entusiasta aos milhares de pessoas reunidos na Praça dos Restauradores e é intercalada por um coro de jovens que entoam a música We are family. No palco, Isilda Pegado exige o referendo à lei do casamento entre pessoas do mesmo sexo - já aprovada e a aguardar resposta do Presidente -, e reclama "soberania para o povo". Depois disto, diz ao DN, tem de "haver consequências políticas".
Os discursos e a música animada encerram o protesto que encheu ontem a Avenida da Liberdade, em Lisboa, de defensores da família tradicional e de opositores ao casamento homossexual. Uma adesão que superou as expectativas da organização, que arriscou falar em dez mil participantes.
Na rua vêem-se muitas famílias com crianças, bebés e gente de idade, segurando balões e cartazes onde se pode ler "O Estado não é dono da família" ou "Casamento é entre homem e mulher". Mas a esmagadora maioria são jovens. Desfilam ao lado de religiosas e alguns padres vestidos à civil, pois a Igreja não se quis associar à iniciativa. E de nomes como Marcelo Rebelo de Sousa, D. Duarte, a deputada do PSD Maria José Nogueira Pinto, o deputado do CDS Ribeiro e Castro e o ex-deputado José Paulo Carvalho.
A representar os 25 militares de Abril que escreveram uma carta aberta ao Governo e ao Parlamento a criticar a lei, está o general Garcia Leandro. Sobe ao palco para defender, emocionado, os valores tradicionais da família. "Fico sempre comovido ao ver muita gente a acreditar numa causa", desabafa ao DN, criticando José Sócrates que diz ser "pressionado" pelo Bloco de Esquerda. "Este processo está inquinado e foi tratado com muita superficialidade", diz, afirmando conhecer deputados do PS "muito incomodados" com a imposição da disciplina de voto.
A meio da avenida, os bombos e apitos tocados por dezenas de gays situados em frente ao cinema São Jorge sobem de tom. Não chegam para calar as palavras de ordem dos milhares de manifestantes que desfilam, gritando vivas à família e condenando o casamento de pessoas do mesmo sexo.
A polícia, atenta à tensão, aperta a segurança, chegando a chamar reforços, pois no fim do cortejo vem um grupo de extrema-direita.
Um incidente é rapidamente resolvido pelos agentes colados a esta contramanifestação e pelos manifestantes de colete amarelo encarregues do cordão de segurança à manifestação. Daí alguém se indigna com a impassividade da polícia, "que sabe que esta não é autorizada mas não faz nada, nem identifica as pessoas".
"Eu amo quem quiser, seja homem ou mulher", respondem, em coro, os apoiantes dos homossexuais. Rui Duarte, um dos presentes, lamenta o que vê e desabafa: "A nossa iniciativa é um grito colectivo contra gente que se manifesta contra os direitos dos outros. Eles estão a ser radicais." Na berma, um espectador faz um lamento ainda mais profundo: "Isto nem devia ter chegado a este ponto..."
Porque as imagens falam por si!


Claro que há muito a dizer sobre a mega manifestação de ontem e não deixarei de o fazer! Mas para já, aqui deixo duas fotos do fantástico, decidido e animado mar de gente que ontem se fez ouvir na baixa lisboeta!
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
O Conceito
Porque, como afirmava Humboldt, uma língua não é uma etiqueta, mas uma visão do mundo, aqui fica uma amostra dos significados de "casamento" consagrados em alguns dos inúmeros e prestigiados dicionários existentes em quatro dos dez idiomas mais falados no mundo:
casamento s.m. contrato celebrado entre duas pessoas de sexo diferente que pretendem constituir família mediante uma plena comunhão de vida.
(Dicionário da Língua Portuguesa, 8ª ed., Porto Editora)
casamento s.m. união matrimonial celebrada perante a lei entre duas pessoas de sexos diferentes que passam a constituir uma família.
(Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea)
casamento s.m. união voluntária de um homem e de uma mulher nas condições sancionadas pelo direito, de modo que se estabeleça uma família legítima.
(Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa)
casamento s.m. ligação legítima entre homem e mulher.
(Novo Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa, Editorial Domingos Barreira)
casamento união legítima entre homem e mulher.
(Grande e Novíssimo Dicionário da Língua Portuguesa)
casamiento n.m. contrato hecho con las solemnidades legales entre hombre y muje, para vivir maridablemente.
(Diccionario Manual e Ilustrado de la Lengua Española, Real Academia Española)
mariage n.m. union légitime d'un homme et d'une femme.
(Dictionnaire Alphabétique et Analogique de la Langue Française, 11ªed.)
mariage n.m. acte solennel par lequel un homme et une femme établissent entre eux une union.
(Le Petit Larousse Illustré)
marriage n. the relationship between a husband and wife.
(Collins Cobuild English Language Dictionary)
marriage n. the union of a man and woman by a legal ceremony.
(Longman Dictionary of Contemporary English)
marriage n. the legal relationship between a husband and wife.
(Oxford Advanced Learner's Dictionary)
marriage n. (instance of a) legal union of a man and woman as husband and wife.
(Oxford Advanced Learner's Dictionary of Current English)
casamento s.m. contrato celebrado entre duas pessoas de sexo diferente que pretendem constituir família mediante uma plena comunhão de vida.
(Dicionário da Língua Portuguesa, 8ª ed., Porto Editora)
casamento s.m. união matrimonial celebrada perante a lei entre duas pessoas de sexos diferentes que passam a constituir uma família.
(Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea)
casamento s.m. união voluntária de um homem e de uma mulher nas condições sancionadas pelo direito, de modo que se estabeleça uma família legítima.
(Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa)
casamento s.m. ligação legítima entre homem e mulher.
(Novo Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa, Editorial Domingos Barreira)
casamento união legítima entre homem e mulher.
(Grande e Novíssimo Dicionário da Língua Portuguesa)
casamiento n.m. contrato hecho con las solemnidades legales entre hombre y muje, para vivir maridablemente.
(Diccionario Manual e Ilustrado de la Lengua Española, Real Academia Española)
mariage n.m. union légitime d'un homme et d'une femme.
(Dictionnaire Alphabétique et Analogique de la Langue Française, 11ªed.)
mariage n.m. acte solennel par lequel un homme et une femme établissent entre eux une union.
(Le Petit Larousse Illustré)
marriage n. the relationship between a husband and wife.
(Collins Cobuild English Language Dictionary)
marriage n. the union of a man and woman by a legal ceremony.
(Longman Dictionary of Contemporary English)
marriage n. the legal relationship between a husband and wife.
(Oxford Advanced Learner's Dictionary)
marriage n. (instance of a) legal union of a man and woman as husband and wife.
(Oxford Advanced Learner's Dictionary of Current English)
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
PIDDAC BRAGANÇA
1,2 milhões de euros. É a esta verba que se reduz o PIDDAC para o distrito de Bragança. Para ser sincera, falar em PIDDAC para o distrito de Bragança é demonstrar uma tolerância e usar um eufemismo que este governo há muito deixou de merecer!
Dos doze concelhos do distrito, 8 ficaram de fora do PIDDAC.
Enquanto Portugal não perceber a importância estratégica do desenvolvimento do interior do nosso país e a importância económica da aposta nas potencialidades do Nordeste Transmontano, o desenvolvimento que todos desejamos não acontecerá.
Enquanto os Portugueses, e os Transmontanos em particular, não se deixarem de acomodar, nunca cumpriremos os desígnios de Portugal.
Dos doze concelhos do distrito, 8 ficaram de fora do PIDDAC.
Enquanto Portugal não perceber a importância estratégica do desenvolvimento do interior do nosso país e a importância económica da aposta nas potencialidades do Nordeste Transmontano, o desenvolvimento que todos desejamos não acontecerá.
Enquanto os Portugueses, e os Transmontanos em particular, não se deixarem de acomodar, nunca cumpriremos os desígnios de Portugal.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Destino(s) 2010
Segundo o jornal i, o The New York Times tem em curso uma votação online para que os internautas escolham os seus destinos de férias favoritos para o corrente ano. Das 30 cidades mais votadas até ao momento, Sintra é a única lusa eleita nessa lista restrita e encontra-se, à data deste post, no 11º lugar. Mas mais curioso ainda é verificar a sub-representação europeia (para além de Sintra, preferência apenas para a capital da Dinamarca e para a Noruega)... mera ignorância ou sinais de desencanto?
A todos que queiram partilhar o seu refúgio dilecto, só têm de navegar até http://www.nytimes.com/interactive/travel/2010-places-to-go.html e dar a conhecer a sua opção. Lisboa é o destino em destaque no dia 20 de Fevereiro, às 15h.
A todos que queiram partilhar o seu refúgio dilecto, só têm de navegar até http://www.nytimes.com/interactive/travel/2010-places-to-go.html e dar a conhecer a sua opção. Lisboa é o destino em destaque no dia 20 de Fevereiro, às 15h.
As consequências no Ensino do que nos querem impor
Hoje, nas escolas, é ensinado que não deve haver discriminação com base na orientação sexual de cada pessoa.
No futuro, se a lei entrar em vigor, será ensinado nas escolas que é tão natural o casamento entre homem e mulher como o "casamento" entre dois homens ou duas mulheres.
Concorda com esta mudança na educação das nossas crianças?
Se a sua resposta é não junte-se a nós na Avenida da Liberdade, no próximo dia 20, às 15 horas.
No futuro, se a lei entrar em vigor, será ensinado nas escolas que é tão natural o casamento entre homem e mulher como o "casamento" entre dois homens ou duas mulheres.
Concorda com esta mudança na educação das nossas crianças?
Se a sua resposta é não junte-se a nós na Avenida da Liberdade, no próximo dia 20, às 15 horas.
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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Confiança
Para este e para futuros projectos, haja
"Confiança"
O que é bonito neste mundo, e anima,
É ver que na vindima
De cada sonho
Fica a cepa a sonhar outra aventura...
E que a doçura
Que se não prova
Se transfigura
Numa doçura
Muito mais pura
E muito mais nova...
Miguel Torga
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
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